Movimento Terra Livre participa do ato de lançamento do Comitê contra as Privatizações e o Estado Criminoso na Praça do Bandeirante.
Na ultima quarta-feira (06/04), foi lançado oficialmente o comitê contra as privatizações e o estado criminoso. Cerca de 50 militantes de organizações da classe trabalhadora participaram do ato de lançamento do comitê que aconteceu na praça do bandeirante, centro de Goiânia.
No ato foi lançada também uma carta a população de Goiás denunciando o processo criminoso de privatização de 19 empresas e órgãos públicos do estado e instalação de pedágios nas principais rodovias estaduais. Foram distribuídas cerca de 5 mi cartas, também foi lançado o abaixo-assinado contra as privatizações e pedágios. O objetivo do comitê e recolher assinatura de 10% da população do estado, ou seja, cerca de 360 mil assinaturas.
As falas dos representantes das organizações que participaram do
ato foram no sentido de denunciar esse projeto criminoso de privatização do bem público, sobre tudo da forma camuflada que o governo Marconi (PSDB/DEM) vem fazendo que é com a desculpa de Parcerias Públicos Privadas e as OSCIP´s.
Zelito que falou em nome do movimento Terra Livre falou da necessidade de deixarmos de lado nossa política de autoconstrução e fazer ações unitárias. – É necessário que neste momento de intensos ataques a classe trabalhadora possamos de forma unificada nos organizar para rechaçar essa política do governo Marconi.
Washington do sindicato dos Urbanitarios (CELG e SANEAGO) falou da importância da luta e convidou o comitê para participar no dia 19/04 de um ato de rua em defesa da CELG e SANEAGO empresas que estão na lista de privatização do governo.
Participaram do ato de lançamento do comitê as seguintes organizações: PSOL, PSTU, PCB, PC DO B, STIUEG, SINDCOLETIVO, SINDQFPA-GO, Fórum de defesa da Cultura, Terra Livre, MTL, CSP- Conlutas, NAJUB, CRESS-GO, Mandato Dep. Estadual Mauro Rubem, Mandato Vereador Elias Vaz.
Nas próximas reuniões do comitê é necessário tirar uma agenda de atividades que devemos realizar sobre tudo nas empresas onde o processo de privatizações está mais avançado como, por exemplo, na IQUEGO, realizar alguns seminários sobre o tema para termos um maior domínio sobre a questão e por fim trabalhar ao máximo a coleta de abaixo-assinado.
Pedro Ferreira Nunes
Da secretaria do Movimento Terra Livre
